Dicas AG – Criação de listener e adição de IP em arquiteturas AG multi-subnet

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Olá, post rápido sobre listener com Always On Availability Groups, envolvendo redes diferentes.

Introdução extremamente simplificada 

O post chama Always On Availability Groups de AG pela simplicidade.
Dependendo da sua arquitetura de AG, existe a opção de adicionar um listener, nome virtual que pode ser utilizado pelas aplicações.
O listener (que é um nome) precisa estar vinculado a um ou mais IP’s.
O seu cluster que contém um AG pode envolver servidores e IP’s de uma única rede ou pode envolver IP’s de redes diferentes (multi-subnet).
Esse post pretende ajudar quem precisa adicionar um IP em listener já existente ou a partir de um novo listener (e por bônus, como remover)

 

Criar listener com diferentes IP’s (Multi-subnet AG)


USE MASTER;
ALTER AVAILABILITY GROUP [AGJennifer]
ADD LISTENER N'List001' (
WITH IP
(
(N'10.231.31.25', N'255.255.255.0'),
(N'10.91.1.25', N'255.255.255.0')
)
, PORT=1433);
GO

Caso seu cluster já tenha réplicas (aka servidores na linguagem AG) de redes diferentes ingressadas no AG, você pode criar um listener contendo os IP’s que atendam todos os nós envolvidos.

Caso por exemplo você adicione dois nós da rede A, e um nó da rede B, caso você crie um listener com apenas um endereço de IP  não reconhecido pela rede B, você receberá o seguinte erro:

Msg 19456, Level 16, State 0, Line 69
None of the IP addresses configured for the availability group listener can be hosted by the server ‘ReplicaEstrangeira’. Either configure a public cluster network on which one of the specified IP addresses can be hosted, or add another listener IP address which can be hosted on a public cluster network for this server.

 

Adicionar IP em um listener já existente

Bem comum quando você precisa ingressar uma máquina de outra rede (rede B por exemplo) no AG e já existe um listener que NÃO contém um IP reconhecido pela rede B. Nesse caso o recomendado é primeiro você adicionar o IP e depois a réplica (o contrário que seria adicionar a réplica antes do IP não dá bom).


USE [master]
GO
ALTER AVAILABILITY GROUP [AGJennifer]
MODIFY LISTENER N'List001' (
ADD IP(N'10.231.31.25', N'255.255.255.0'))

Após adicionar o IP de outra rede no listener, adicionar uma réplica desta rede deverá ocorrer sem problemas.

BONUS: Como remover um IP de um listener

Dessa vez a interface gráfica do Management Studio não ajuda, portanto, você tem duas boas opções:
a) Via powershell (Get-ClusterGroup <Nome AG> | Get-ClusterResource <Nome AG>_<IP_A_SER_REMOVIDO> | Remove-ClusterResource)
b) Via interface gráfica, no cluster manager

Até o próximo post, pessoal.

 

Dica – Renomear base com mesmo nome, texto em caixas diferentes

O motivo de postar esse sapo é pelo mesmo motivo que a O'reilly publica seus livros com animais na capa

Olá,

Dica rápida de hoje.
Como renomear uma base para o mesmo nome com o texto em diferentes caixas (caixas baixas e altas).
Exemplo: alterar EssEnOme para EsseNome.O post leva em consideração também apenas instâncias com case insensitive.

Pra renomear bases de dados é muito comum utilizar a sp_renamedb por bons motivos:

  •  Procedure antiga já. Bem conhecida;
  • Sintaxe simples: EXEC SP_RENAMEDB ‘NomeBaseAtual’, ‘NovoNome’;
  • Antes de trocar o nome, faz algumas verificações (óbvias, mas necessárias);

Entretanto, a mesma tarefa pode ser executada com o comando ALTER DATABASE:

Mas o que acontece ao renomear uma base com o mesmo nome, com diferenças apenas nas fontes minúsculas e maiúsculas?

Ao usar a SP_RENAMEDB

Resulta na seguite mensagem:

The database ‘DB_aCesso’ already exists. Specify a unique database name.

O comando ALTER DATABASE vai funcionar tranquilo, e favorável:

Vale lembrar que tanto a sp quanto o comando ALTER DATABASE necessitam de lock exclusivo para efetuar a mudança no nome da base. Além de que comandos que alteram o nome da base exigem permissões de db_creator (na base), control server ou sysadmin.

[]’s
Fonte:

Second Shot 2015, exames online e surpresas no agendamento

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Olá,

Inicialmente seria um post apenas sobre o Second Shot, mas acabou se estendendo e divido em três tópicos:

  • Second Shot
  • Exames Online
  • Surpresas no Agendamento

Vamos aos tópicos…

Second Shot

Second shot está de volta (já havia postado sobre isso em 2014) e isso é uma grande notícia pra quem está planejando tirar uma ou mais certificação, seja pra cumprir alguma resolução de ano novo, etapa de desenvolvimento profissional, etc.

Trata-se de uma promoção onde a Microsoft oferece um voucher, você marca seu exame normalmente, paga normalmente, e se, por um acaso do destino você não passar, você pode refazer a prova sem custo algum (é o que também chamam de free retake)! A ideia é você não precisar do voucher, mas se as coisas não darem certo… Só quem já precisou do Second Shot sabe o quanto é importante ter essa opção disponível…

O que é importante saber:

  • Você pode tirar um voucher de 5 de janeiro de 2015 a 31 de maio de 2015;
  • Se você reprovar em um exame e tiver usado o voucher, você tem até 30 dias pra remarcar a prova sem custo;
  • O voucher cobre todos os exames MCP. No caso de SQL Server, temos o MCSA e o MCSE, que são elegíveis para a promoção;
  • Exames MTA não contam (infelizmente);

Se informe mais aqui.

Exames Online

Com a saída da Prometric e a entrada da Person Vue como parceira da Microsoft, algumas boas novidades chegaram e uma delas é a realização de exames online. A lista dos exames elegíveis para serem feitos online podem ser encontrados aqui. No momento em que esse post é escrito, apenas os exames de MCSA SQL Server estão disponíveis para serem online. Os exames de MCSE não, infelizmente.

Está aí mais uma opção interessante para se certificar (literalmente).

Surpresas no Agendamento

Tendo dito que os exames também são marcados online, mas não todos, sugiro que preste atenção redobrada caso queira marcar seus exames o quanto antes. No meu caso, pretendo tirar a 70-464 e ela não está disponível pra ser feita online (diferente das provas MCSA de Data Platform)  e aí, não me resta outra alternativa a não ser marcar em um centro de treinamento, que agora é Person Vue. Aqui em Brasília, só tenho uma opção de local…Isso não é um sério problema, mas quando fui marcar o exame, fui surpreendido.*¹


 

 

 

Calendário disponível SQN

Esse é o calendário de dias disponíveis para marcação do exame. Na data em que este post foi publicado (06.01.2015), a print acima foi tirada e uma não tão boa notícia me é mostrada, pois pretendia fazer a prova neste mês: a data mais próxima disponível ocorre em 20 de Março. Porém, quando tentei marcar para o dia 20.03, não haviam horários disponíveis! Tive que selecionar a data 27.03 no lugar.

Dizem por aí que o ano começa só depois do carnaval mas não sabia que isso se aplicava até pra marcar um exame, rs.

Com isso, além da dica habitual de jamais em sua vida marcar o exame em PT-BR, recomendo que marque a prova com antecedência, para não ser surpreendido também com períodos distantes do que você pretendia e perder a promoção do Second Shot 🙂

 


E aí, vai marcar algum exame? Alguma informação para adicionar? Dúvidas, críticas? Fique à vontade para comentar.

 

Referências

*¹ – Atualizado devido a comentários.

EDIT 20/01/2015 –  O Bruno (@bruno_silvaba) (vide os comentários) mencionou sobre o calendário da Hepta estar melhor. Ótima dica! Quando publiquei este post, a Hepta não aparecia nos relacionados. E de fato o calendário está muito melhor! Pra quem é de Brasília, tá aí uma boa notícia. Ainda assim, pesquisar a disponibilidade dos centros de aplicação de prova ainda é um conselho válido dependendo da sua região.

 

Hepta

 

DMO’s de Índices: Testes, resets e rebuilds.

raizes, indices. A ideia era pra ser essa.

Era pra passar a ideia de raízes.

Olá,

Antes de iniciar o post, aviso que vou usar bastante o termo DMO (forma de agrupar os termos DMV e DMF). Clique aqui  e aqui  para ler mais sobre os termos.

DMO’s em geral (DMV’s e DMF’s) são coisas legais do SQL Server, que se tornaram disponíveis para uso público a partir do SQL Server 2005 e desde então tem facilitado bastante a obtenção de certas estatísticas relacionadas ao servidor SQL Server e/ou banco de dados em questão.

Existe uma classe de DMO’s extremamente útil que retorna informações relacionadas aos  índices:

Nome

Tipo

dm_db_index_operational_stats

SQL_INLINE_TABLE_VALUED_FUNCTION (DMF)

dm_db_index_physical_stats

SQL_INLINE_TABLE_VALUED_FUNCTION (DMF)

dm_db_index_usage_stats

VIEW (DMV)

Vou chamar todos os três de DMO neste post, embora pessoalmente goste de usar o termo DMV pra tudo (por conveniência), inclusive pra referenciar DMF. Não estou considerando DMO’s de Missing indexes, pois não são o tópico do momento.

O objetivo deste post é explicar o que cada DMO retorna como resultado entrando utilizando a prática pra fixar o conteúdo, demonstrando alguns detalhes do funcionamento de cada um destes itens que não são tão aparentes assim relativos à persistência destas informações, e que podem gerar entendimentos incorretos sobre as informações que ele retorna.

Desafio #1 – Data Compression Labs

Books

Oi,

Antes de começar o próximo post do Compression Labs, tenho um pequeno e humilde desafio pra quem se interessar a responder (e eu até poderia dizer que estou fazendo isso pra ganhar  tempo fazendo de fazer um post direito, mas estaria sendo estupidamente honesto)…Vamos utilizar o script do Compression Labs #1 adaptado para montar o cenário: vamos criar desta vez duas tabelas, sendo que uma delas vai levar compressão de página.

Data Compression Labs #1 – Tipagem inteligente e páginas zumbis

Open books

Olá,

Compressão no SQL Server é de longe uma das features Enterprise mais importantes do produto presentes desde o SQL Server 2008.

Quem já implantou, viu (inúmeras) vantagens e quem não implantou tem vontade ou interesse. Já quem não gosta…caso patológico. Brincadeira, não conheço quem não tenha gostado.

Quando digo compressão  me refiro ao termo em geral, e o SQL Server entrega várias tecnologias de compressão. Os principais são  Backup Compression (abordado em um post passado) e Data Compression.

Então vamos falar um pouco sobre Data Compression…

AlwaysOn no SQL Server 2014 e novidades lunares que talvez te interessem!

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“Esse cara pode ser um san admin futuramente” – Fonte: NASA

Boa noite!
Tá vendo aquela lua que brilha lá no céu?
A lua tecnicamente não brilha por si só, apenas reflete a luz do sol. Legal, né?
Quero compartilhar duas notícias (na verdade mais importantes do que realmente parecem) que sairam recentemente e vi na internet. Links do Olhar Digital:

Fantástico!

E o que isso tem relação com o SQL Server 2014?